Última Atualização: 12/03/2021 14:59:07
ObservaSampa
O Observa Sampa, portal de indicadores da Cidade de São Paulo, foi criado em 2016 na SMDU via decreto n057.087. Desde então, vêm agregando novos indicadores e é plataforma de apresentação dos dados do Programa de metas, do PPA e ainda em caráter experimental, dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS da cidade de São Paulo. Entre 2019/2020 teve sua atuação reconhecida internamente, por parte de várias secretarias, como um importante canal comum de difusão. Mantém diálogos com outros órgãos fora da prefeitura para atuação conjunta e ampliação da abrangência de seus indicadores.
Atividades
Atualização dos indicadores nos meses de maio/novembro
Trabalho parcialmente prejudicado pela pandemia; contamos até o momento com 32% dos indicadores atualizados.
Reunião do Comitê intersecretarial de Indicadores
Reunião virtual em 06/08/2020. Pauta resumida: Balanço das atividades do Observa Sampa no 1º Semestre de 2020; apresentação das inter-relações entre Observa Sampa e Observatório de Desenvolvimento Sustentável – ODS e com o Programa Verde – Azul. Encaminhamentos para o segundo semestre.
Reunião virtual em 07/12/2020. Pauta resumida: Balanço das atividades do Observa Sampa no 2º Semestre de 2020; Estágio do trabalho dos indicadores dos ODS e planejamento 2021.
Curso de indicadores e do ObservaSampa na EMASP
No planejamento de 2020 haviam sido previstos 4 cursos presenciais. Devido à pandemia, em acordo com a Emasp, foi apresentada em agosto de 2020, uma nova proposta do curso desta vez online. O curso chegou a ser programado, mas foi cancelado pela Emasp;
Participação na live de lançamento do Observatório da pessoa com deficiência;
A SMPD e ObservaSampa mantiveram parceria de indicadores o que auxiliou a formatação do Observatório da Pessoa com Deficiência lançado em 2020 (https://observatorio.smped.prefeitura.sp.gov.br/paineis). A coordenadora do Observa Sampa Marilia Roggero participou do lançamento do Observatório reafirmando o trabalho conjunto e de atualização dos indicadores em ambas as plataformas;
Participação nos trabalhos do GT dos ODSs
Trabalho conjunto iniciado em 2019 vem sendo tratando ao longo de 2020 por meio da elaboração de indicadores, da orientação para a elaboração dos metadados, indicação de membro do ObservaSampa para participar como representante da SMDU no GT e no Conselho dos ODS; O ObservaSampa será o portal dos indicadores do ODS e de forma experimental, foram referenciados cerca de 50 indicadores de acordo com sua ODS. Prevê-se para dezembro de 2020 o término da primeira fase de trabalhos do Conselho dos ODS com a homologação de cerca 250 indicadores propostos pelo GT ODS e pela sociedade civil. Após a homologação, os indicadores deverão ser formatados para serem introduzidos na plataforma do Observa Sampa, o que acontecerá em 2021.
Parcerias com outros órgãos e formas de utilização dos dados do ObservaSampa
Novas parcerias com órgãos públicos e entidades do terceiro setor e privadas foram prospectadas em 2020 para a elaboração de dados, a construção de novos indicadores e para a participação do ObservaSampa em fóruns de discussão sobre indicadores e planejamento urbano.
CIDEU. A PMSP é signatária dessa organização internacional de governos locais. Entre as várias frentes de trabalho há uma sobre indicadores para o planejamento urbano. Em 2020 reativou-se o contato no âmbito da SMDU/ GEOINFO. Coube à equipe do ObservaSampa em conjunto com os técnicos de Geoinfo a redação de novo texto para o site do CIDEU, bem como indicar links relacionados aos principais projetos desenvolvidos no âmbito do planejamento da cidade; a importância do planejamento urbano, o beneficio da troca de experiências a partir da participação mais ativa da SMDU nessa organização.
CIDEU/CGLU. À convite da Secretaria Executiva do CIDEU Sra Rosa Arlene da Republica Dominicana em 9/11/2020 a coordenadora do ObservaSampa Marilia Roggero e a técnica Rossella Rossetto participaram da reunião da CGLU representando a cidade de São Paulo. Em essa reunião multilaterial, intitulada “The role of municipal and regional movement in Covid times”, foi discutido os desafios para o governo local em relação ao enfrentamento do COVID e as mudanças no âmbito do planejamento do pós Covid, em especial no que se refere à importância dos espaços públicos para a saúde da população. Visto os temas que serão tratados em 2021, evidencia-se a importância da participação da SMDU, com a apresentação de experiências na cidade e no enfrentamento do COVID tais como, Cidade Solidária e SP+Solidária, bem como a experiência na construção de indicadores comparativos como é o caso da localização dos ODS em São Paulo, que podem ser utilizados de forma comparativa entre cidades no mundo.
CETIC – Comitê gestor da internet no Brasil, entidade ligada ao governo federal (htpp://cetic.br/) publica anualmente pesquisas sobre domicílios e de pessoas com acesso à tecnologia da informação. SMDU/GEOINFO estão estabelecendo Acordo de Cooperação para a extração, apresentação e análise de dados para a cidade de São Paulo, de acordo com plano de trabalho a ser assinado entre as partes.
ZAP IMÓVEIS – SMDU firmou parceira com essa empresa privada de coleta e sistematização de dados da produção do mercado imobiliário. ObservaSampa e Infocidade poderão se beneficiar do uso dos dados existentes no portal.
TCM/ Escola de Contas – reunião com técnicos da Escola de Contas e de gabinetes do TCM para a construção de indicadores de monitoramento de politicas publicas.
Parcerias internas com outras secretarias
De forma conjunta com outros integrantes do Geoinfo, os membros do ObservaSampa participaram da elaboração em 2020 dos Informes Urbanos sobre a zona rural do município (construção de indicadores, elaboração do texto); Sobre cadastro único e imigrantes na cidade de São Paulo (discussão, analise do banco de dados, redação do Informe); Sobre imobilidade na cidade, isto é, sobre parcela da população que não se locomove diariamente (elaboração de tabelas e analise dos dados da pesquisa OD do Metrô de São Paulo).
Foram feitas parcerias em anos anteriores com estudos e apoio na elaboração de indicadores com SMDET, SMDHC (alguns estudos), SMPED e em 2020 estamos com um em andamento sobre o cadastro único no universo dos imigrantes que receberam o auxílio emergencial.
PLANEJAMENTO 2021
- Retomada das atividades do Comitê – reuniões bimestrais conforme foram os outros anos. Em 2020 fizemos duas reuniões (agosto e dezembro).
- Retomada dos Cursos – rever datas, resgatar o projeto que fizemos em 2020 e verificar com a EMASP como serão os cursos online.
- ObservaSampa como plataforma dos ODS da cidade de São Paulo
Coordenação em conjunto com SMG das atividades (junto às Secretarias) para a inserção de indicadores na plataforma Observa Sampa;
Coordenação da elaboração de dados dos indicadores de SMDU;
Previsão de elaboração (de parte) e de verificação (de todas) as fichas de metadados dos indicadores dos ODS a serem preenchidas pelas secretarias;
Revisão dos dados numéricos dos indicadores a serem enviados pelas secretarias;
Inserção dos indicadores no site do Observa;
Coordenação da atualização conjunta, durante o período de atualização estipulado pelo comitê.
- Projeto no Contrato da Prodam. Proposta de novo projeto a ser inserido no contrato Geoinfo/ Prodam, visando criar a aba para Inserir tabelas, assim como é no infocidade; melhorias no sistema do ObservaSampa (rotina de atualização, regra de não repetição do nome dos indicadores).
- Inserção de indicadores sobre TIC. Após a assinatura de Acordo de Cooperação entre PMSP/SMDU e CETIC, avançar a implementação do plano de trabalho com a construção de indicadores de TIC para o município de São Paulo;
- CIDEU - Restabelecer as atividades conjuntas com o CIDEU e entre cidades brasileiras que participam desse forum. Para tanto em 2020 será necessário:
Manter atualizado o site do CIDEU;
Constituição de grupo de trabalho intersecretarial e inter departamental) (Relações internacionais e Planurb) para participar e propor atividades junto ao CIDEU;
Buscar os participantes de cidades brasileiras membros do CIDEU para constituir atividades conjuntas (cidade coordenadora era oficialmente Belo Horizonte, mas não está ativa);
Última Atualização: 16/12/2020 14:17:43
Comitê Intersecretarial do Observatório de Indicadores da
Cidade de São Paulo
Ata da reunião de 7 de dezembro de 2020 - local - Microsof Teams
Presentes representantes das
seguintes secretarias: SGM, SEL, SMADS, SEHAB, SIURB, SMJ, SMS, SMDHC, SMSU,
SMDET, SMC, SEME, SMIT e SMDU.
Marilia Roggero, coordenadora do
OBSERVA SAMPA (SMDU) apresenta a pauta da reunião que consistiu em: 1)Balanço
das atividades do ano de 2020; 2)Indicadores dos ODSs; 3) Relatório 2020 a ser
disponibilizado no site, como foi feito nos anos anteriores; 4) Planejamento
2021;
Em relação ao item 1 da pauta. Inicia
a reunião relatando as principais atividades do Observa, em um ano de pandemia.
Foram feitas a atualização de 32% dos indicadores. Entre os que não foram
cadastrados estão os indicadores que dependem do IBGE cujo Censo não foi ainda
efetivado. Também os indicadores da Saúde ficaram um pouco prejudicados devido
à pandemia.
No tocante aos ODS foram cadastrados
até o momento 59 a titulo de teste. Citou ainda que os cursos presenciais bem
como a proposta de apresentar cursos online foram cancelados pelo EMASP.
Por fim relata a participação do
ObservaSampa nas discussões do Observatório de Urbanismo no TCM.
Em relação ao segundo item de
pauta Anna Carolina de SGM apresenta um balanço das atividades da Comissão e GT
dos ODS desde a posse em 24/julho/2020 em que se destaca a composição da
Comissão com 120 membros e mais de 200 horas em 5 meses de trabalho. Todos os
indicadores apresentados foram colocados para consulta pública recebendo 8606
contribuições. Como resultado temos 134 metas para o Município e cerca de 520
indicadores.
Coloca
que o principal desfio para 2021 é o reorganizar as informações para serem
inseridas no Observa. Em especial a elaboração das fichas técnicas dos indicadores.
Outro item importante é a coleta, no que for possível, dos dados regionalizados
que não foi o foco do Comitê dos ODS, mas é importante para a apresentação dos
indicadores no Observa.
Em relação às atividades do
próximo ano, Marilia propõe:
•
Aperfeiçoamento
da plataforma para ganhar agilidade na inserção dos dados
•
Participação no
Programa de Metas – colaboração para os novos indicadores
•
Continuidade dos
Cursos para consolidar o interesse e a cultura dos indicadores na
prefeitura – aguardamos a EMASP
• Novas parcerias
para estudos – 2020 estamos concluindo novos estudos, e em 2021 pretendemos
trabalhar as bases de dados Cadúnico, por exemplo.
•
Inserção dos
indicadores dos ODS (cerca de 500), contemplando a orientação para a elaboração
das fichas técnicas dos indicadores, a regionalização dos dados e a inserção no
sistema.
Última Atualização: 14/12/2020 12:00:21
Ata da Reunião virtual em
06/08/2020 - Microsof Teams
Presentes representantes das
seguintes secretarias: SVMA, SGM, SEL, SMADS, SEHAB, SIURB, SMJ, SMDHC, SMSU, SMDET,
SMDE, SMC, SEME, SMT e SMDU. SMS e SME tiveram problemas para acessar o app e por isso acompanharam posteriorme por gravação e resumo da reunião.
Marilia Roggero, coordenadora do
OBSERVA SAMPA (SMDU), inicia a reunião com a pauta que será dividida em 3
momentos: 1) balanço do 1º Semestre de 2020 e previsão dos trabalhos para o 2.
Semestre de 2020 do OBSERVA SAMPA; 2) indicadores dos ODS (apresentação a cargo
da SGM); 3) Programa Verde-azul (a cargo da SVMA).
1)
Balanço das
atividades do OBERVA SAMPA no 1º Semestre de 2020. Marilia Roggero (SMDU) faz
notar que apenas 24% dos indicadores cadastrados foram atualizados pelas
respectivas secretarias e reputa o problema à pandemia, à quebra da rotina e
dificuldade de compilação do dado no trabalho remoto e por fim, ao excesso de
trabalho no caso de algumas secretarias, como a Saúde e Assistência Social. Comenta,
todavia, a cobrança do TCM para que os dados estejam atualizados e que
portanto, é importantíssimo que aconteça.
Informa que foram inseridos 58 indicadores dos ODS; que os cursos
presenciais que aconteciam presencialmente na EMASP foram cancelados e que está
sendo estudado um curso sobre indicadores online. Por fim, relata a sua
participação representando o Observa no lançamento no Observatório Municipal da
Pessoa com Deficiência, convite resultante do reconhecimento do trabalho entre
os técnicos das duas pastas.
Atividades do OBSERVA SAMPA no 2º Semestre
de 2020. Estão previstas a continuidade da atualização, a inserção de quase
200 novos indicadores dos ODS e a parceria para a análise dos indicadores com
outras secretarias, entre elas SMDHC.
2)
Objetivos
do Desenvolvimento Sustentável – ODS. Gabriela Chabbouh (SGM) apresentou o
andamento dos trabalhos. Relata que a proposta de indicadores por ODS elaborado
pelo GT Intersecretarial dos ODS está finalizada e foi validada (via SEI) por
todas as secretarias, exceto ainda SMADS. São mais de 200 indicadores que serão
disponibilizados via OBSERVA, que é a plataforma oficial desse tema. Esses
indicadores geraram um relatório a ser disponibilizado ao publico e que será a
base inicial de trabalho da Comissão das ODS, composta por sua vez, por membros
de secretarias municipais e por membros eleitos representando a sociedade
civil. Nesse relatório optou-se em apresentar os indicadores agregados pelo
Município, mas SGM está pedindo para todas as secretarias os dados
regionalizados (Subprefeituras e distritos) no padrão dos indicadores do
OBSERVA.
3)
Programa
Verde – Azul. Viviane Prado de SVMA
apresentou o programa da Secretaria do Estado do Meio Ambiente do qual a PMSP é
signatário desde 2008, e a SVMA detêm a função de coordenação técnica. Para
tanto, a SVMA necessita de forte articulação com todas as secretarias para
poder cumprir esse acordo. Neste governo, além disso, o programa tornou-se meta
de gestão.
O programa é formado de um conjunto de indicadores pré-estabelecidos
pelo governo do Estado. Ao todo duas tabelas com diversas variáveis a serem
atualizadas. Cada município ao preenchê-lo recebe uma pontuação; essa é depois
classificada de maior para menor, anualmente. São Paulo obteve em 2018, 63,26
pontos e está na 40° lugar no Programa verde-azul.
Como prefeitura temos algumas dificuldades: nem sempre as Secretarias
estão preparadas para fornecer determinado indicador requerido; algumas
variáveis não são atribuídas a nenhuma secretaria por ser de caráter geral
(como população, por exemplo);
O objetivo é finalizar o preenchimento referente a 2019 em
30 de agosto e subir no ranking.
Outro objetivo é o de publicar os indicadores no OBSERVA, mas
para isso será necessário um alinhamento entre essas plataformas e os
indicadores do site Cidades Sustentáveis. O ideal é que OBSERVA seja o
principal site de indicadores da cidade e concentre as varias iniciativas. Marilia (SMDU) nota que alguns dos dados requeridos
no programa Verde - Azul não são indicadores. São informações sobre a
existência ou não de determinada ação, por exemplo. A questão do formato
precisará ser estudada para trazer o programa Verde-Azul para o OBSERVA. Vivian
(SVMA) relata que haverá uma reunião com a Secretaria do Estado para colocar as
especificidades do monitoramento da capital. Propõe ainda, que a 1ª fase do
alinhamento entre as plataformas seja feita em relação aos ODS, identificando
as vinculações existentes entre ambos conjuntos de indicadores. Gabriela (SGM)
concorda sobre a possibilidade dessa articulação, uma vez que muitos temas são
os mesmos.
Por fim, o ideal para quem trabalha em tantas frentes de
indicadores é que haja uma confluência com o PPA, o plano de Metas, além das
Cidades Sustentáveis, Observa e Programa Verde-azul. Indicadores comuns
reduziriam a duplicidade e disparidade de números. Por fim, colocou-se a
necessidade de rever a lei que criou o Observa para garantir uma ampliação de
seu foco.
Última Atualização: 13/08/2020 10:54:10
O IBGE lançou no ultimo dia 30 a Malha Setorial Intermediária 2019 em formato digital, com a classificação de setores censitários em urbano ou rural, com a finalidade de atender demandas de planejamento territorial. Ao todo, são 444.261 setores censitários, que representam a menor porção territorial utilizada pelo IBGE para planejar e realizar pesquisas.
O novo produto é compatível com escalas de 1:5.000 a 1:250.000. Todas as informações geoespaciais estão em formato Shp para aplicação em diferentes sistemas de informação geográfica e, em formato Kml, para visualizações na plataforma Google Earth.
Para maiores informações clique aqui
Última Atualização: 03/08/2020 17:08:38
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), lançará na quarta-feira (15 de julho), às 15h, em webinar transmitido pelo Facebook (@smpedsp) e Youtube (@inclusaosp), o Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência.
O objetivo é produzir, reunir, analisar e divulgar dados estatísticos e analíticos relativos à pessoa com deficiência residente na cidade de São Paulo, assim como avaliar os serviços e políticas públicas voltadas à sua plena e efetiva inclusão na sociedade. A ideia é subsidiar o planejamento estratégico de políticas transversais e monitorar a realização progressiva dos direitos da pessoa com deficiência, de modo a se tornar um repositório de informação sobre este segmento.
O Observatório foi desenvolvido em parceria com o Sistema de Informação e Automação (SIAC), Startup de TI, Grupo de Arquitetura e Fábrica de Software (Garfsoft), Laboratório de pesquisa da Poli/USP e Fundação de Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE).
“Impossível fazer gestão sem dados confiáveis. Faltam estatísticas sobre o universo da pessoa com deficiência no Brasil. Com esta iniciativa, damos mais um passo na modernização da administração pública municipal”, afirma Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência.
O munícipe, entidades, instituições e empresas poderão consultar o portal do Observatório no site: www.observatorio.smped.prefeitura.sp.gov.br e obter acesso aos gráficos com os dados de cada base.
Os painéis de dados que já estarão abertos ao público no lançamento são:
· Análise do perfil das pessoas com Deficiência cadastradas no CadÚnico.
· Análise do perfil dos alunos com deficiência da rede municipal de ensino.
· Perfil dos usuários do Bilhete Único Especial.
· Demandas de acessibilidade no 156.
· Participantes do Contrata SP Pessoa com Deficiência.
· Estagiários com deficiência da Prefeitura de São Paulo.
· Selos de Acessibilidade Arquitetônica.
· Selos de Acessibilidade Digital.
· Atendimentos da Central de Intermediação em Libras (CIL).
· Atendimentos da Paraoficina Móvel.
O Observatório Municipal da Pessoa com Deficiência é uma iniciativa transversal, que dialoga com todas as áreas e pastas da Prefeitura de São Paulo. Ainda, reúne os mais diversos indicadores relativos à pessoa com deficiência e estabelece correlações entre as áreas e compreende a pessoa com deficiência em sua totalidade.
Programação do webinar:
15h00 – Abertura com Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência
15h15 – GeoSampa – Indicadores na gestão pública, com Luciana Pascarelli, Coordenadoria
de Produção e Análise da Informação
15h30 – ObservaSampa, com Marilia Roggero, Coordenadora da Plataforma de Indicadores
da Cidade de SP
15h45 – USP – Construindo bases de dados, com Ana Rossi, Pesquisadora do GarSoft
16h00 – Observatório da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, Secretário Municipal da
Pessoa com Deficiência e Juliana Westmann, Coordenadora do Observatório
16h15 – Perguntas e considerações
16h30 - Encerramento
Última Atualização: 14/07/2020 11:13:18
Devido à situação de teletrabalho que estamos vivendo, ficou acertado junto aos membros do comitê, reuniões setoriais relacionadas às atividades de atualização, elaboração e inserção de novos indicadores. Até o momento foram realizadas reuniões com a Secretaria Municipal de Transportes, Direitos Humanos e Cidadania, Pessoa com Deficiência, Verde e Meio Ambiente, Educação e Assistência Social.
Na primeira semana de agosto a equipe do ObservaSampa organizará reunião on-line com todas as secretarias a fim de apresentar os resultados dos trabalhos realizados no semestre.
Última Atualização: 22/06/2020 14:26:45
Última Atualização: 28/04/2020 11:58:04
Última Atualização: 07/02/2020 11:05:14
A Prefeitura de São Paulo publicou na sexta-feira (20/12), edital de convocação para seleção pública de representantes da Sociedade Civil para comporem a Comissão Municipal para o Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030), no biênio 2020-2021.
De acordo com o edital, a ‘Comissão Municipal ODS’ será integrada por 8 (oito) titulares do governo municipal, e seus respectivos suplentes, e 8 (oito) titulares da sociedade civil e seus respectivos suplentes, conforme dispõe o art. 3º, do Decreto nº 59.020/19. Poderão se inscrever para as vagas de sociedade civil três segmentos: sociedade civil organizada (4 vagas regionais), iniciativa privada (2 vagas) e comunidade científica (2 vagas).
Para acessar o edital na íntegra acesse aqui!
Última Atualização: 27/12/2019 10:56:12
O Observatório de indicadores da cidade de São Paulo foi totalmente reformulado no ano de 2019, visando facilitar a busca de dados e indicadores disponíveis na plataforma. A seguir estão listadas as atividades realizadas durante o ano:
1 – Manutenção e ampliação das discussões do comitê Intersecretarial de Indicadores, incluindo apoio ao programa de metas e ao plano plurianual e também aos ODS no nível municipal.
2 – Continuidade das edições do curso sobre indicadores e utilização da plataforma do ObservaSampa. Foram três edições do curso na EMASP com duração de 4 horas. Uma edição na Escola do Tribunal de Contas. Participamos também do festival ODS com uma fala a respeito da transparência nos dados municipais e também da importância dos indicadores para as políticas públicas.
3 – Participação da equipe ObservaSampa junto com a equipe dos informes urbanos e parcerias com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho e também com a Secretaria de Direitos Humanos, resultando na publicação de dois informes urbanos. O primeiro sobre os 10 anos do MEI e o segundo sobre o atendimento dos 5 anos do CRAI.
4 – Finalização do projeto de reformulação do sistema do site e consequentemente alteração do miolo da plataforma.
5 – Acompanhamento do número de acessos do site por meio de relatórios mensais detalhados.
6 – Atualização dos indicadores realizada em duas etapas – a primeira em maio e a segunda em novembro. Esses dois períodos de atualização foram acertados junto com o Comitê.
7 – Realização de reuniões setoriais com todas as secretarias sempre visando à revisão e atualização dos indicadores que se encontram publicados na plataforma.
Última Atualização: 23/12/2019 12:22:25
Comitê Intesecretarial do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo
ObservaSampa
4ª reunião ordinária em 29 de novembro 2019
Coordenação dos trabalhos: Marilia Roggero (Observa Sampa). Relatora: Marilia Roggero e equipe Geoinfo e de representantes das seguintes secretarias: Inovação e Tecnologia (SMIT), Cultura (SMC), Controladoria Geral do Município (GCM), Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET), Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), Saúde (SMS), Justiça (SMJ), Esportes e Lazer (SEME), Assistência Social (SMADS), Pessoa com Deficiência (SMPED) e Habitação (SEHAB).
Pontos da reunião:
- Balanço das atividades 2019;
- O papel do Comitê;
- Atividades 2019.
Marilia – Inicia explicando que essa será a última reunião do ano e que precisaremos rever o papel do Comitê. A coordenação sugere um novo formato mais enxuto, com apenas duas reuniões gerais no ano (ordinárias), uma no mês de abril e outra no mês de outubro, e proposição de reuniões setoriais. Depois tratou da questão do balanço de atualização de indicadores, com cerca de 57% atualizados para o ano de 2018 e outros 32% parados no ano de 2017. Dentre os indicadores que não estão atualizados, muitos deles são os oriundos do Censo Demográfico IBGE, ou seja, temos que aguardar o censo de 2020. Outros ainda são do antigo Programa de Metas ou do PPA. A Amanda (SMDHC) achou boa a proposta do comitê criar grupos menores de discussão e trouxe o exemplo dos trabalhos realizados na SMDHC, e também falou da questão da aproximação da equipe Geoinfo com o pessoal da coordenação da política do imigrante e da análise das bases de dados das secretarias. Sugestão de mapeamento de indicadores de alguns setores para saber que público determinada política atinge. Disse que é interessante trabalhar com os dados do banco de dados, como por exemplo, de algumas políticas para as quais não existem muitos indicadores consolidados, como a política do imigrante.
Pessoal da Cultura chegou um pouco depois e foi inserido na discussão sobre grupos menores de trabalho. A Thais (SMDET) sugeriu a aproximação dos trabalhos do Comitê com outros órgãos públicos que tenham observatórios ou mesmo da sociedade civil que discuta indicadores. Ela solicitou na SMDET um levantamento de como os observatórios se estruturam e como discutem indicadores e ficou de compartilhar com a equipe do ObservaSampa. Outra observação foi o convite para participação de especialistas de uma área temática específica.
Marilia explica também a participação da equipe Geoinfo na comissão dos ODS e que também já foi iniciada uma classificação dos ODS na plataforma do ObservaSampa. Além disso, Marilia explica a aproximação que se pretende fazer com a sociedade civil, via Rede Nossa São Paulo e/ou outras ONGs que trabalham com indicadores sociais. Essa aproximação visa facilitar o intercâmbio de dados e também ampliar a divulgação dos dados municipais.
Marcos Vinicius (SMC) perguntou como seriam as reuniões setoriais. Marilia explica que será do mesmo jeito que anteriormente, organizada via troca de e-mails e/ou por contato telefônico para marcar as reuniões ou sugerir a formação de grupos de discussões intersecretariais. Rafael (SMC) tratou da questão dos eventos da cultura serem de formatos diversos e que isso dificulta a coleta de dados, o que prejudica análises sobre políticas desenvolvidas por essa secretaria. Perda de foco devido a organização de dados e formulação de indicadores. A base interna da Cultura tem dificuldades com a coleta sistemática.
A Sylvia (SMS) acredita que seja importante ter essa diversidade de indicadores em uma plataforma, mas que esses dados são muito ampliados, não são indicadores que necessariamente o pessoal da saúde trabalha no cotidiano. O que vem do ODS já vem de uma ideia global. Sylvia sugere pensarmos se estamos falando da cidade ou das prioridades da gestão. Ambos são válidos. Ela sugere revisão nos indicadores, pois acredita que devemos pensar que tipos de indicadores poderiam expressar melhor algumas políticas públicas. Experiência do painel na SMS, atualizado mensalmente, com estrutura mensal e um grupo menor para discutir que caminho seguir. Ela explicou os ganhos desses grupos de discussão na SMS. Elenco de indicadores da saúde são discutidos com a Gestão. Qual é o foco do ObservaSampa?
Rafael (SMC) diz que existem alguns indicadores de equipamentos que não expressam muito sobre os eventos que a secretaria promove. Esses indicadores de equipamentos por população não são suficientes.
Sylvia (SMS) disse que o mais importante é sempre discutir indicadores. Se pegarmos a questão do número de UBSs pela população já temos o suficiente, mas para discutir a questão da geografia da cidade e das desigualdades, temos que olhar para além disso.
Otávio (Geoinfo) reforça que podemos repensar operacionalmente os indicadores na plataforma com as secretarias. Para isso, nada impede de marcar reuniões menores e aprofundar certas discussões setoriais e discutir metodologias além das reuniões ordinárias convocando, caso necessário, reuniões extraordinárias.
Marilia pontuou que a equipe ObservaSampa continuou com os cursos de capacitação na EMASP e também no TCM. Finalmente, destacou que 63% dos indicadores disponibilizados não estão desagregados.
Marilia finalizou a reunião e propôs os seguintes encaminhamentos:
Última Atualização: 03/12/2019 11:57:39
Comitê Intesecretarial do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo
ObservaSampa
2ª reunião ordinária em 30 de maio 2019
Coordenação dos trabalhos: Marilia Roggero (Observa Sampa). Relatora: Marilia Roggero. Presença da Coordenadora do Geoinfo (Luciana Pascarelli dos Santos) e equipe Geoinfo; do convidado Luiz Henrique Proença Soares (Fundação Seade); e de representantes das seguintes secretarias: Inovação e tecnologia (SMIT), Cultura (SMC), Controladoria Geral do Município (GCM), Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET), Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), Saúde (SMS), Licenciamento (SEL), Governo (SGM), Fazenda (SMF), Justiça (SMJ), Esportes e Lazer (SEME), Assistência Social (SMADS), Pessoa com Deficiência (SMPED).
Pontos da reunião:
1) Apresentação do Assessor Técnico da Fundação SEADE Luiz Henrique Proença, abordando:
Origem dos indicadores;
Importância das estatísticas em políticas públicas e momento difícil das pesquisas na atualidade;
Importância do trabalho a partir de registros administrativos para se criar indicadores;
Quais tipos de dados e/ou trabalhos a Fundação SEADE desenvolve;
Os avanços tecnológicos e os big datas.
2) Questões do Programa de Metas e do PPA;
3) Apresentação do novo site do ObservaSampa.
Questões levantadas sobre a apresentação do Luiz Henrique e do novo sistema ObservaSampa:
Dados de nascimento e óbito - Sylvia da Saúde, pergunta sobre os registros de nascimento e óbito que o SEADE obtém via cartório. O governo municipal processa o dado primário de todas as cidades, porque o SEADE utiliza os dados via cartório? Resposta: Em todo o Brasil quem processa esses dados é o IBGE, e o IBGE obtém esses dados via cartório. O SEADE históricamente faz para SP, no resto do Brasil é o IBGE. O SEADE utiliza os dados do órgão oficial que é o IBGE e faz outros tipos de projeções mais aprofundadas. O município coleta esses dados com base na declaração de nascimento e/ou óbito, então a informação essencialmente é a mesma. Pode haver alguma divergência no que se refere ao local de residência, pois às vezes quem dá entrada no serviço de saúde é um parente e/ou conhecido que declara o seu endereço e não o endereço de quem faleceu. (Sylvia) Essa informação está ligada ao Ministério da Saúde? Luiz Henrique responde que sim, a sistematização primeira é do MS que, posteriormente, os cartórios trabalham e os órgãos recebem tabulado, garantindo assim a homogeneidade da informação e de qualidade do conjunto da informação. A diferença é que para SP o SEADE faz isso e para o resto do Brasil é o IBGE que faz; há questões metodológicas e questões burocráticas, mas seria interessante se pudéssemos convergir para um sistema único de trabalho.
Lei geral de proteção de dados – Maria Lumena da Controladoria pergunta o que Luiz Henrique acha da Lei geral de proteção de dados. Se ela impacta principalmente as pesquisas amostrais. Resposta: A lei aprovada está no prazo de carência, esperando a sançao presidencial antes de entrar em vigor (parece que a sanção aconteceu anteontem). Há a excepcionalização das instituições de pesquisa e de produção de estatística , que já tomam o cuidado de não divulgar dados pessoais. Os protocolos que adotamos no SEADE foram mencionados na apresentação, e é o caso também do IBGE que pratica esse cuidado há muito tempo. Então, diretamente, a lei não trará impacto. Entendemos que se uma informação individual é revelada, nunca mais o pesquisador entrará na casa de ninguém para fazer pesquisa. Quando se aplica um questionário da PED por exemplo, pergunta-se a renda, o estado civil das pessoas, quem migrou, etc. Se eu individualizo e identifico essa informação, acabou a pesquisa. No caso dos big datas as informações são vendidas indiscriminadamente. Nas instituições públicas, como por exemplo a Secretaria da Fazenda, aplicam-se sanções gravíssimas ao funcionário que revelar informações sigilosas. Porém, existe um uso privado, novo e muito recente, e que nós estamos tateando, mas as empresas também estão tateando. Ninguém sabe muito bem onde está a agregação de valor dos big datas, quanto vale, o que pode ou não ser vendido, as questões de privacidade. Outro dia fizemos um seminário com o comitê gestor da internet e perguntávamos algo parecido, mas e a privacidade? E eles nos disseram que a privacidade é cláusula vencida: “esquece, acabou”. O que nós temos que tentar controlar é o uso das informações. As grandes empresas, os big-brothers da vida, sabem tudo o que estamos falando agora, sabem onde compramos, os sites visualizados, eles sabem tudo, mesmo. Com nome, sobrenome, RG e CPF. Claro que os mais velhos ficamos imaginando um cara lá com fone de ouvido escrevendo tudo, mas não é isso, é aquele “mundão” dos big datas. A lei no primeiro artigo cria três ou quatro categorias que excepcionalizam e dão tratamento específico, o que não significa liberdade total, e então, ela remete para outros dois artigos 11 e o 17 (se não me falha a memória).
A elaboração e o uso dos dados/indicadores dentro da própria administração pública – Luciana (Geoinfo) pergunta sobre o uso dos dados e dos indicadores, pois muitas vezes, internamente à PMSP, questiona-se quem são os usuários das informações. Também discute-se a qualidade dos dados que vêm sendo produzidos e o cuidado de como esse dado é coletado e gerido, pois impacta diretamente na elaboração e monitoramento de políticas públicas, e sobretudo, no investimento que se faz nessa área. Na prefeitura temos a experiência, (implementamos ações), e deixamos a parte dos dados por último. Em muitos setores, essa etapa não tem o valor que nós, aqui (neste Comitê), defendemos e brigamos para que se tenha. Há também outra questão, a da existência de observatórios de indicadores independentes entre si ou centralizados em um só. O que vemos na cidade de SP são alguns observatórios específicos, em algumas áreas temáticas e perguntamo-nos se isso seria uma boa prática ou não. Se seria importante integrar todas essas iniciativas num grande observatório. Se conseguimos, além de gerar os dados, pensar em indicadores e também em índices mínimos de qualidade para cada indicador. Essas questões estão na Lei 14.173 que nós aqui do Comitê temos que responder. A lei indica os temas e a PMSP deve estabelecer os índices que devem ser cumpridos de alguma política, isso é possível? Resposta: A respeito do uso dos dados: no SEADE também nos perguntamos sobre essa questão. Para que serve o SEADE? Quem usa as informações geradas? E às vezes chegam pessoas com um certo poder e dizem que nunca usaram informações do SEADE. Mas o que podemos fazer? As instituições produtoras de estatísticas precisam fazer um esforço grande para conseguir falar a linguagem dos usuários. Mas quem são os usuários? São usuários, desde o estudante do 2º grau que precisa fazer um trabalho escolar a uma pessoa que vai elaborar uma política pública de grande envergadura; ou ainda, uma pessoa que vai decidir onde instalar uma fábrica, passando também pelos acadêmicos. É um usuário que não tem “cara” mas temos que usar uma linguagem que todo mundo entenda. Você perguntou também sobre o uso dentro do setor público, sobre as informações que são produzidas por todos. Qual é a impressão que eu tenho durante esses anos de experiência dentro de diversas instituições: nos escalões técnicos-intermediários e técnicos-elevados acredito que existe o uso de indicadores para as atividades cotidianas e que nesse escalão, as pessoas sabem, por exemplo, que o SEADE existe. Os escalões superiores (secretários, etc) muitas vezes não sabem. Se eles não tem origem na administração pública, ou se eles estão num nível muito elevado da administração pública, muitas vezes, dados e indicadores não fazem parte das suas atividades cotidianas. No entanto, tem havido cada vez mais demanda para o SEADE fazer pesquisas e para a gente produzir indicadores, para produzir números que sejam capazes de embasar as políticas públicas. Assim os usos são diferenciados, no escalão técnico profissional o pessoal sabe o que precisa, onde buscar, etc. No alto escalão varia muito e vai de acordo com o perfil do governante e sua equipe. Com relação aos observatórios há uma febre nos últimos quinze anos (mais ou menos), de criação de observatórios que querem dizer coisas muito diferentes. Há observatórios sobre a realidade socioeconômica em torno de uma determinada política, há observatórios sobre o que acontece nas políticas públicas e ainda, ha observatórios que procuram conjugar essas duas dimensões. Eu acho que fazer um observatório único, centralizado, é complicado, por que as políticas públicas apresentam especificidades grandes. O que é ruim é cada observatório ficar isolado, sem estabelecer mecanismos de articulação, fóruns de discussão, plataformas comuns, conjuntas. Nós no SEADE estamos tentando montar uma plataforma de informações econômicas, pois, apesar de o Estado de São Paulo ser a terceira economia da América Latina, não existe um lugar para pensá-lo sob este aspecto. Estamos tentando criar uma plataforma que seja comum aos parceiros que se debruçam sobre os aspectos econômicos do estado. Pode ser interessante identificar observatórios específicos e também criar um outro que dê a noção de aspectos sobre as condições de vida. Acho que construir um Observatório centralizado que dê conta de todos os setores, me parece difícil, é até metodologicamente difícil. Os setores apresentam dinâmicas próprias. Existem setores que têm informação muito estruturada, como é o caso da saúde e educação, mas outros, como turismo, só existem pouquíssimas informações. Observatório de saúde, educação, condições de trabalho, são coisas específicas. A última questão colocada refere-se aos índices de qualidade dos indicadores. É viável, existe literatura vastíssima, é necessário escolher indicadores que sejam sensíveis ao que se procura medir. Devem ser construídos setorialmente e, eventualmente, pode-se construir indicadores mais sintéticos. Por exemplo, a SEADE tem o IPRS, o Índice Paulista de Responsabilidade Social; é um indicador sintético, que surgiu um pouco no âmbito da insatisfação com o IDH para medir realidades municipais. Enquanto o IDH acaba focalizando a questão da renda, a gente procurou acrescentar quatro dimensões ao IPRS: saúde, longevidade, renda (riqueza) e escolaridade. Ao invés de fazer um ranking, foram criados grupos, por tipo de situação, para classificar os municípios.
Construção de indicadores/proliferação de sistemas: Marilia (Geoinfo) comenta que o avanço tecnológico proporcionou, ao longo da última década, a criação de uma série de sistemas e a construção de indicadores diversos, cada um com seu sistema, o que também dificultou o acesso para o munícipe que não sabe onde buscar a informação. Temos na PMSP o Infocidade, a Plataforma da saúde, da educação, o Observasampa, por exemplo. O municípe também pode solicitar informação pelo e-sic e ha uma possibilidade de virar uma confusão de informações. Com esse amontoado de dados, sistemas e informações, como não se perder diante desse cenário? Resposta: Essa proliferação é decorrente da própria informatização da sociedade e da administração pública. Antes não havia cadastros disponíveis, antes era tudo feito manualmente. Como controlar? Não controla; mas é possível esforços desse tipo, como é o Comitê; fazer plataformas comuns, o que muitas vezes não é fácil porque um utiliza para processar o “R”, outro o “Spss” e o outro o “Sas”. E ainda existe o processo de armazenamento dos dados na nuvem. Faz-se um processo de licitação e quem ganha é o Google, ou Amazon ou outro ainda, e como é que isso tudo “conversa”? Há uma fragmentação que é determinada pelo mercado e pelo desenvolvimento da economia capitalista e pronto. Não adianta achar que vamos conseguir brecar. Por isso, reuniões desse tipo, de gente conversando com gente, é sempre importante. Há a importância de alguns órgãos centrais, mas que não sejam centralizadores. Uma coordenação (que opere) pelo convencimento. Em geral quem trabalha no setor público tem essa forma de pensar.
Sobre o SEADE e suas pesquisas – José Benedito (Geoinfo) pergunta sobre o SEADE. Com relação aos banco de dados, cada pesquisa tem o seu banco? Cada pesquisador tem autonomia do seu servidor? Resposta: Do ponto de vista tecnológico a gente tem uma superintendencia de informática, enxuta, que dialoga muito com as áreas, que fornece só o que antigamente se chamava de hardware. Mas as áreas tem autonomia em relação às suas ferramentas de análise. No ano passado fizemos uma licitação e agora, parte de nossas bases de dados estão na nuvem. O que na prática não quer dizer nada, quer dizer que os dados são armazenados em um terceiro lugar que você não sabe onde é. Isso para guardar a informação. O armazenamento da informação é gerenciado por esse setor, mas tudo isso terá que ser ampliado, não pela capacidade de armazenamento, mas sim pelo processamento e pelo acesso às ferramentas de análise de grande quantidade de dados. Nós adoraríamos ter uma base de dados unificada, que permitisse cruzar informações da PED, com outra informação que não necessariamente é de natureza amostral. Ou ainda, cruzar a RAIS com a oferta de cursos da Fundação Paula Souza (por exemplo). São situações que ainda não conseguimos concretizar. Essas bases tem características específicas que dificultam os cruzamentos. Acho que no futuro conseguiremos, pois o pessoal do big data já está cruzando tudo com tudo.
Observatório do trabalho – Thais (SMDET) comenta que a Secretaria têm o Observatório do Trabalho em uma parceria com o Dieese. Uma das dificuldades encontradas é a necessidade de obter dados desagregados por distrito e um dos calcanhares de aquiles é a informalidade (do mercado de trabalho). Como captar essa informação? Não conseguimos mensurar isso no nosso Observatório. Resposta: A informalidade no mercado de trabalho capta-se via pesquisas domiciliares, por meio de perguntas. O IBGE está tentando conseguir essa informação. Já que vão economizar no censo, por que não investem mais na PNAD – contínua? Se tiver um dado para o município de SP já ajuda, uma vez que a prefeitura pode patrocinar uma pesquisa do tipo domiciliar. Pesquisas por celular hoje são muito baratas perto das (pesquisas) amostrais antigas e conseguimos resultados interessantes. A informalidade, basicamente consegue-se captar com pesquisas domiciliares.
Em seguida, os representantes do Programa de Metas (PM) (Vinícius/SGM) e do PPA (Sandro/SMF) deram explicações de como enviar as atualizações dos indicadores. Em síntese:
- Depois do processo de repactuação do PM e de mudanças significativas nos indicadores que impactem no ObservaSampa a proposta é que as atualizações devem ser feitas no PM anterior e depois enviadas para o ObservaSampa. As metas mantidas terão os indicadores atualizados. No caso dos indicadores que não fazem mais parte do PM, cada secretaria deverá avaliar se permanece ou não na plataforma. Em relação aos novos indicadores, cada secretaria avaliará o que deve ser colocado no Observasampa. Essa discussão deverá ocorrer no segundo semestre de 2019 com cada secretaria.
- A Secretaria da Fazenda com base nas informações sobre os indicadores preenchidas por todas as secretarias (planilha), encaminhará com Marilia e Otávio como subir esses indicadores para a plataforma.
Apresentação do site:
Marilia (GeoInfo) mostrou em ppt como ficará o site do ObservaSampa e as maneiras de fazer a carga dos indicadores no sistema. A questão dos dados abertos e funcionamento do site repaginado.
Sylvia (SMS) apresentou uma preocupação desencadeada pela pelas discussões trazidas pelo Luiz Henrique. Qual é o objetivo do ObservaSampa? Essa mistura de dados! Eu tenho sentido falta de discutirmos aqui qual é principal objetivo desse observatório. É interessante poder responder para o TCM onde estão os indicadores de saúde; como trabalhamos com indicadores há bastante tempo sinto falta da discussão.
Eu vejo o Observatório como um lugar onde posso obter informações sobre a situação de saúde da cidade de SP. Uma visão epidemiológica. O mesmo indicador, se eu for passar para o PPA, terei que me preocupar em passar o que o município de SP tem feito com relação à saúde pública. Dependendo do interlocutor dá-se um sentido para o indicador, por exemplo, para o munícipe é de uma forma, para o TCM é mais voltado para assuntos da gestão. Vamos pensar em conversar e rever esses indicadores. Resposta Marilia:Concordo. É preciso revisar os indicadores de tempos em tempos. E cada secretaria nos informa a melhor forma de montar o indicador, qual é a desagregação mais adequada. A gente precisa atender a lei e depois? A proposta que a Rossella trouxe de revisão da lei, vai ser bem importante. Algumas secretarias já haviam iniciado um trabalho neste sentido. Propomos a formação de grupos de trabalho visando a revisão da lei e depois trazer para o comitê.
Por fim, foi tratada também a questão das atualizações dos indicadores de saúde, alterações de fórmula e também de alguns metadados.
Encaminhamentos:
Revisão dos indicadores. A Secretaria da Saúde solicitou, por exemplo, alteração no método de cálculo de alguns indicadores. Importante que façamos revisões periódicas dos dados, metadados, método de cálculo, etc.
Regulamentação e/ou proposta de revisão da Lei 14.173. A proposta é que na próxima reunião dia 26/07 o comitê discuta estratégias para executar essa atividade.
Atualização dos indicadores. Embora a nova plataforma ainda não esteja no ar, iremos atualizar a antiga e posteriormente migrar todos os dados para o novo sistema, portanto, as Secretarias devem enviar normalmente as atualizações.
Discussão do papel do Observatório de Indicadores – tipos de indicadores, qual é o papel do Observatório na PMSP?
Última Atualização: 11/07/2019 17:28:18
Comite Intesecretarial do Observatório de Indicadores da Cidade de São Paulo
Observa Sampa
1ª reunião ordinária em 29 de março 2019
Coordenação dos trabalhos: Marilia Roggero (Observa Sampa). Relatora: Rossella Rossetto.
Presenças do Secretário de Desenvolvimento Urbano Fernando Chucre, do diretor em exercício de Geoinfo, José Marcos Pereira de Araújo e de representantes das seguintes secretarias municipais: Verde e Meio Ambiente (SVMA), Justiça (SMJ), Pessoa com deficiencia (SMPED), Assistencia e Desenvolvimento Social (SMADS),Controladoria (CGM), Educação (SME), Habitação (Sehab), Saúde (SMS), Direitos Hunanos e Cidadania (SMDHC), Esportes (SEME), Finanças (SF), Cultura (SMC), Inovação e tecnologia (SMIT).
Pontos da reunião:
Apresentação do Observa Sampa, abordando:
Questões lavantadas sobre a plataforma e respostas à elas:
Encaminhamentos:
Última Atualização: 05/07/2019 12:18:42
O Observatório de indicadores da cidade de São vem sendo estruturado desde 2016 de forma a ser o site referência em indicadores sobre o município de São Paulo. Desde então passou por uma série de alterações, desde a página inicial como abas novas referentes aos temas acessibilidade e zeladoria. Dentre as ações realizadas no ano de 2018 destacamos:
1 – Manutenção e ampliação das discussões do comitê Intersecretarial de Indicadores, incluindo apoio ao programa de metas e os plano plurianual. Além disso, as reuniões do comitê são abertas e um espaço onde todos podem sugerir sobre melhorias do site ou mesmo sobre o que seria interessante mensurar para melhorar o desenvolvimento e monitoramento de políticas públicas.
2 – Continuidade das edições do curso sobre indicadores e utilização da plataforma do ObservaSampa. Foram três edições do curso na EMASP com duração de 4 horas cada curso. Uma edição na Escola do Tribunal de Contas do Município e também participação em mesa sobre indicadores de gênero para os estudantes de Gestão de Políticas Públicas na USP Leste. Esses cursos e palestras são importantes para que servidores/cidadãos conheçam o portal, saibam acessá-lo e tenham ciência da importância dos indicadores na formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas implementadas em nosso município.
3 – Participação da equipe ObservaSampa em grupo de trabalho sobre indicadores da Secretaria de Direitos Humanos. A palestra foi dada para todo o grupo de trabalho com a intenção de remodelar e repensar acerca dos indicadores elaborados pela secretaria.
4 – Alteração da página inicial do site com a intenção de facilitar o acesso para os usuários aos indicadores, direcionando-os para os temas.
5 – Aprovação da reestruturação do miolo do site, visando a melhoria da navegação no site e também o acesso à informação e download das tabelas.
6 – Acompanhamento do número de acessos do site por meio de relatórios mensais detalhados.
7 – Atualização dos indicadores realizada em duas etapas – a primeira em maio e a segunda em novembro. Esses dois períodos de atualização foram acertados junto ao Comitê.
8 – Realização de reuniões setoriais com todas as secretarias sempre visando a revisão e atualização dos indicadores que se encontram publicados na plataforma.
9 – Início do projeto de reestruturação da plataforma, visando à facilidade de acessos aos dados via download com previsão de entrega para abril/2019
Última Atualização: 05/07/2019 12:17:45
Observatório de Indicadores da cidade de São Paulo
Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores
Data: 05/11/2018
Presenças: SEHAB, SMSU, SMJ, SMDE, SME, SMF, SIURB, SMDHC, SMUL
Assuntos tratados: Atualizações, Reestruturação do miolo do site, Programa de Metas e PPA
Discussão:
Marilia apresenta a pauta constituída de atualizações – segundo período, Discussão sobre a (re)avaliação dos indicadores e proposição de novos, Reestruturação do site aprovada, Avaliação dos trabalhos realizados em 2018.
Marilia (coordenação) – apresenta a pauta e pergunta se alguém quer falar sobre algum dos itens.
Vinicius (Gestão)– programa de metas. Destaca a importância do alinhamento entre os indicadores do PPA e do Programa de Metas. O programa de metas teve alguns dos indicadores repactuados e por isso sofreram algumas alterações seja no nome ou na metodologia de cálculo.
Marilia (coordenação) – diz que algumas atualizações e revisões foram enviadas pela secretaria de gestão. Falou também das divergências entre os nomes dos indicadores do PPA e do ObservaSampa, mas que se tratam dos mesmos indicadores.
Encaminhamentos:
1) Revisão dos indicadores via reunião setorial – SEHAB, SMDHC, SMSU;
2) Cronograma de 2019 – enviar para todos os membros;
3) Solicitação do envio dos nomes dos membros do comitê para republicação de portaria.
Última Atualização: 05/07/2019 12:15:12
Observatório de Indicadores da cidade de São Paulo
Reunião do Comitê Intersecretarial de Indicadores
Data: 31/08/2018
Presenças: SMSU, SMG, SVMA, SMPED, SMSu/Suplan, SMC, SF, Siurb, SMDE, SMS, SMSUB, Sehab, SMT, SMJ,TCM gabinete Conselheiro Mauricio Farias e técnicos de SMUL (Observa Sampa e Infocidades)
Assuntos tratados: atualização dos indicadores do Observa, mudanças no site do Observa, atualizações e fluxo entre Plano de metas e PPA e Observa.
Discussão:
Marilia apresenta a pauta constituída de informes, período de atualização de indicadores (maio e novembro), cursos de capacitação que podem ser dados para as Secretarias. Coloca o motivo da presença dos colegas do Infocidade e coloca a necessidade de ajustes entre alguns indicadores como, por exemplo, o de habitação
Zoraide Sehab – Apresenta a nova diretora de planejamento. Pede que envie solicitação e marquem conversa específica sobre as diferenças entre a forma de atualização dos indicadores entre Infocidades e Observa.
Vinicios (Gestão)– programa de metas. Salienta que o fluxo de atualização dos indicadores que fazem parte do Plano de metas é constituído por: envio para gestão (Metas) e eles enviam para o Observa.
Valdson (Meio Ambiente) – a SVMA não atualizaou os indicadores por estar revendo em função da mudança de pessoas.
Horacio e Harmi (TCM) : explica o porque do interesse dos assessores acompanharem a reunião. O Conselheiro Mauricio Farias analisa as contas da prefeitura de 2015. Sentem falta de indicadores. Não querem ficar apenas nos números do orçamento, mas querem observar o PDE, o plano de metas e os indicadores do Observa para compor a avaliação da prefeitura; querem ver resultados concretos dos gastos. Saúde e educação apresentam os melhores indicadores. Todos os demais, habitação, cultura, meio ambiente, faltam indicadores que mostrem o que vem sendo feito com os recursos.
Marilia: talvez seja necessário rever alguns indicadores que não indicam quase nada. Seria importante ter indicadores de acompanhamento das políticas públicas. Marilia apresenta as mudanças que devem ocorrer nos próximos meses (até o fim do ano) em relação aos “miolos” da plataforma do Observa, isto é como acessar as informações, como apresentá-las, download, etc. As mudanças vão no sentido de simplificar algumas funcionalidades, reduzir as informações que hoje compõe o que se chama de “tabela de dados” e disponibilizar as colunas que realmente interessam. Comenta ainda que os dados serão abertos (CLSX e CSV).
Silvia (Saúde): salienta em relação às diferenças de resultado que muitas vezes depende de como a informação é solicitada: os números aparecem diferente mesmo sendo a mesma fonte. Em relação ao Observa coloca que a funcionalidade de criar um indicador a partir dos dados existentes é complicada porque pode gerar relações cujos resultados não fazem sentido algum e não divulgam uma boa informação. Acha que o Observa deve repensar essa funcionalidade.
Thais (Trabalho): Traz como referencia o site do Observatório do trabalho onde é possível criar tabelas e gráficos a partir de comparações que o usuário faz. Apesar de ser um site mais simples que o Observa avalia como positiva essa função.
Marilia: Sugere que os indicadores sejam reavaliados em sua relevância e consistência ate dia 31 de outubro.
Vinicius (Gestão) : Lembra que as linhas de ação das metas viraram indicadores do PPA. Esses indicadores do PPA irão para o Observa. São 70 indicadores de linha de ação
Estevao Fazenda: seria interessante fazer um mapeamento de quem são as pessoas, O ideal seria uma única pessoa
Thais Deficiência: Dependem de dados de outras secretarias para responder ao indicadores. Marilia ficou de chamar as outras Secretarias para ver os dados que são transversais a essas.
Encaminhamentos:
1) Revisão dos indicadores por parte das Secretarias ate o dia 31 /10/2018 para a inserção ou exclusão da plataforma do Observa. Os indicadores devem ser revistos em relação à sua relevância para a política ou temas que a Secretarias tratam e quanto a possibilidade de atualização.
2) Em relação à Sehab. Observa ficou de enviar solicitação de adequação dos indicadores para que são convergentes com os apresentados no Infocidade. Objetivo: apresentar mesmos resultados
3) Em relação à solicitação do TCM. Observa fará reuniões para identificar indicadores de monitoramento existentes ou que poderiam ser criados e que possam servir ao escopo do tribunal e ao mesmo tempo, para as Secretarias.
4) Observa fará contato com secretarias que estão relacionadas ao tema pessoa com deficiência para facilitar a obtenção de dados
Última Atualização: 05/07/2019 12:14:34
ATA da Reunião ordinária do Comitê Intersecretarial de Indicadores – Observa Sampa
GEOINFO/ Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL).
Ocorrida no dia 27 de abril de 2018, no auditório do 18º andar da SMUL.
Presenças:
Presentes: SMIT (Bruna Gonçalves), SMPED (Juliana Del Poente), SMSU (Luis Flávio Rodrigues), SMG (Vinicios Macario), SF (Tácio Piacentini , Sandro Palanca, Estevão Santos), SMTE (Thais Domingues), SMS (Patricia dos Santos), SMDHC (Ricardo Marchiori), SIURB (Pedro Algodoal), (Elisandra Silva), SEME (Samara Seiler), SEHAB (Fernanda Pinheiro e Monica Nogara), SME (Welington Moura e Valmir Freitas), SMUL (Marilia Roggero coord; Otavio Prado e Rossella Rossetto)
A coordenadora do Comitê, Marilia, abre os trabalhos da segunda reunião de 2018, iniciando a reunião às 14: 40h. Apresenta a proposta de novo layout da pagina do Observa Sampa, que ainda não está no ar. Informa da inserção de dois novos eixos: acessibilidade e pessoa com deficiência com 14 indicadores e PPA 2018 – 2021 com 45 novos indicadores inseridos.
Marilia propõe que se estabeleça um fluxo único para o envio de dados para o Observa com o objetivo não haver discrepâncias de informações em relação aos indicadores que estão concomitantemente no Plano de Metas e no PPA. Marilia propõe que sejam as secretarias , no momento de enviarem os dados para o Observa, façam também a indicação de quais são do Plano de Metas e do PPA.
Vinicius (SMG) divide os indicadores em dois grupos, sendo que um deles refere-se aos indicadores comuns aos dois instrumentos, Metas e PPA. Para os indicadores comuns concorda ser necessário estabelecer um fluxo único que deveria passar entre a Secretaria de Gestão e Fazenda. Para os demais cada secretaria enviaria para o Observa.
Estevao (SF). Concordou na necessidade de alinhar os fluxos. E evidenciou que o ponto critico está na periodicidade da atualização. O PPA tem atualização anual, enquanto o plano de Metas deve ser atualizado com freqüência maior. O fluxo ideal seria da Secretaria da Gestao para Fazenda. Aponta ainda outra questão que é a da necessidade de repactuação de alguns indicadores do Plano de Metas. Essa repactuação pode ser tornar um problema na medida que o plano de metas foi aprovado como anexo na lei do PPA. Para isso estão discutindo janelas legais que considerem a repactuação dos indicadores.
Vinicios (SMG) aponta que a repactuação estará relacionada à intensidade de algumas metas.Cita como exemplo uma meta da habitação que poderia ser alterada para mais ou para menosAcredita que será mudanças pequenas e pontuais.
Sandro e Tacio (SF) concordam que se a mudança for pontual nao sera problema e é melhor mudar a meta.
Marilia apresenta uma questao levantada em curso dado no TCM e que se referia à possibilidade de criar alguma padronização para os indicadores que permitissem ser comparáveis. Comenta sobre livors do IBGE denominados: Panorama nacional e internacional da produção de indicadores sociais” e quanto esses estudos poderiam ser úteis para uma certa padronização de indicadores.
Ricardo (SMDH) – fala sobre grupo interno para obter leituras e coletar dados relativos aos vários programas e de casas de atendimento da Secretaria. Pensam em uma espécie de observatório interno de monitoramento dos programas pois os indicadores principais estão no Observa
Outra questão que surgiu refere-se aos dados do Infocidades elaborados por GeoInfo. Samara (Esportes) propõe alinhar os dados porque da forma como está é de difícil elaboração. Marilia coloca que há uma hipótese de fundir o Infocidades com o Observa para permitir a somatória de esforços e também linguagens diferentes. Tabelas já prontas ao lado de ferramentas para a elaboração de novos dados.
Valmir (educaçao) sita o site do MEC como exemplo de sites que se atualizaram e trazem indicadores de fácil apreensão. Ficou mais fácil e atrativo.
Última Atualização: 05/07/2019 12:13:56
ATA da Reunião ordinária do Comitê Intersecretarial de Indicadores
ObservaSampa (OBSP)
Ocorrida no dia 23 de fevereiro de 2018, no auditório do 18º andar da SMUL
Presenças: SMG (Thiago e Amanda), SEHAB (Fernanda), SMPED (Thais), SMSO (André Luis), SF (Tácio e Sandro), SME (Welington), SMTE(Daniel Bruno), SMPR (Patrícia e Tatiane), SMSU (Luis Flávio), SMDHC (Amanda e Ricardo), SVMA (Helia), SMS (Sylvia), SMRI (Felipe), SERS (Celso), SMADS (Elisandra e Viviane), SEME (Renata e Samara), SMJ (André), SMUL (Marilia coord; Vitor, Otavio, Rossella e Caio).
A coordenadora do Comitê, Marilia, abre os trabalhos da primeira reunião do comitê de 2018. Como há novos membros faz breve apresentação sobre as competências do comitê e das atribuições dos conselheiros. Esclarece que até 2016 OBSP estava na Gestão e só depois o portal veio para Geoinfo. As reuniões são bimestrais e talvez haja uma reunião extraordinária em dezembro de 2018. Os novos membros devem ser indicados via email e depois por ofício para poder constar a alteração na publicação do DOM. Em 2018 haverá a continuidade dos cursos do OBSP na Emasp. O site terá reestruturação pela Prodam para torná-lo mais acessível e fácil de navegar. Principal alteração é colocar em evidencia os indicadores.
Esclarece que não há impedimento de as Secretarias alterarem ou retirarem indicadores, depois de reflexão sobre a pertinência da ação; devem fazê-lo mediante justificativa. Além de romper com uma serie histórica pode haver, sempre, cobranças por parte de munícipes e órgãos de fiscalização.
Um das propostas neste ano é a de fazer análises a partir dos indicadores do OBSP. Cita experiência em curso da redação de “Informe Urbano” sobre violência contra a mulher.
Questões apresentadas e debatidas na reunião:
Plano de metas e a compatibilidade com OBSP
Os dados que estarão em ambos os portais são os indicadores de metas e não os de linhas de ação. É preocupação integrar os dois portais para que não haja solicitações duplicadas às secretarias e dados divergentes. É provável que no próximo período de atualização do OBSP (maio) haja equivalência entre as informações. Mas não é possível dar certeza dos prazos em função de problemas internos ao novo sistema de metas.
PPA e compatibilidade com OBSP e Plano de Metas
O desafio para esse novo PPA é o de construir um sistema de monitoramento por meio de indicadores que seja integrado para evitar retrabalho e discrepância de dados.
Integração de dados das Secretarias, OBSP, Controladoria/Transparência
Sugestão para que a Controladoria pudesse disponibilizar links para os sites da secretarias e não publicar planilhas que, visto a atualização de algumas informações, podem estar divergentes das que estão no site das secretarias.
Propostas para a próxima reunião do Comitê:
• Apresentação por parte de SMUL do perfil de uso dos dados do site do Observa.
• Apresentação por parte da Prodam da proposta de mudança do site.
Última Atualização: 07/08/2019 16:44:12
ATA da Reunião ordinária do Comitê Intersecretarial de Indicadores – ObservaSampa. Ocorrida no dia 24 de novembro de 2017 Na sala 182, 18º andar da SMUL.
Presenças: Prodam (Silvana), Gestão (Thiago), Sehab (Zoraide), SMDHC (Ricardo e Julia) , Educação (Marcelo), SVMA(Helia), SMC (Guilherme e Wladimir), SMTE(Tamara),SME (Marcelo e Welington),SMT (Diogo),SMADS (Elisandra e Viviane), SMPED (Bruno), SMPR (Patricia), SMUL (Marilia coordenadora; Vitor e Rossella)
A coordenadora do Comitê, Marilia, pede escusas pela ausência do especialista da Fundação Seade que apresentaria questões relativas à plataforma de indicadores. Virá em outra ocasião. Apresenta as mudanças no site do Observa. Cita exemplos do uso de indicadores pela imprensa. Apresenta cronograma anual de atividades para ano de 2018. Propõe acrescentar uma reunião em dezembro passando com essa, para seis reuniões no ano de 2018. Proposta aprovada pelo Comitê. Propõe ainda reuniões bilaterais com cada secretaria para atualização dos indicadores do Observa. Anuncia que a equipe do Observa fará quatro cursos pela Emasp e outros na Escola do TCM. Por fim, apresenta balanço das atividades de 2017.
Temas discutidos pelos membros do Comitê:
Necessidade de avançar na construção de plataforma única de acesso aos indicadores do Município e de suas políticas. O objetivo seria o de otimizar e integrar os trabalhos de cada Secretaria e também facilitar a pesquisa para o usuário. No modelo ideal, os indicadores básicos deveriam estar todos no ObservaSampa e haveria link entre o site da Secretaria e o do ObservaSampa. Já os dados de monitoramento ficariam no site da Secretaria, como acontece na área da Saúde e Educação.
Necessidade de padronizar fontes de dados e procedimentos de coleta. Foi informado que o Comitê já estabeleceu algumas padronizações de coleta e disponibilização dos dados a serem inseridos no ObservaSampa. Recapitulando:
No caso da desagregação territorial, todas as informações, quando existir a possibilidade, serão fornecidas para o total do Município, por Prefeitura regional e distrito.
Foram padronizadas também as faixas etárias, a saber: para crianças em idade escolar não será utilizada as crianças de idade escolar acima da faixa etária que a PMSP atende, mas que não faria sentido para comparar com outros municípios. Exemplo: A PMSP atende também a População com idade entre 0 a 3 anos, mais as crianças de 4 anos completos a partir de 01/04 do ano civil.
Houve também a padronização da fonte de dados sobre população do Município, ou seja, o dado oficial utilizado é o da Fundação Seade.
Levantou-se ainda a necessidade de se padronizar a fonte das informações territoriais. Várias secretarias utilizam-se do Mapa oficial do Município, por meio do GeoSampa. Esse assunto será objeto de definição no próximo ano.
Encaminhamentos:
1) cronograma das reuniões 23/02/18; 27/04/18; 29/06/18; 24/08/18; 26/10/18 de dezembro de 2018 data a definir
2) datas dos cursos 06/03/2018; 12/06/2018; 04/09/2018; 06/11/2018 e na Escola do TCM datas a serem definidas
Última Atualização: 05/07/2019 12:08:58
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